PERFIL DE PESQUISADORXS ACADÊMICXS COLABORADORXS E/OU DE NOTÁRIOS SABERES

No alerta do perigo da história única em que os tempos cronológicos lineares das coletividades indígenas e outras comunidades tradicionais milenares vivem fixas e quase imutáveis nas linhas de tempos em uma longa ou curta duração que naturaliza um tipo de historicidade de morte que muito ou pouco se sabe do tempo do "agora" , mas ainda se faz incipiente o domínio do passado produzido pelo Espaço da ordem. Passado que reaparece e se rearticula no presente. De que presencialidade do passado se trata? Os tempos largos em que as memorias largas exigem uma mobilização das vozes, memórias e leituras dos seus próprios pesquisadores e pesquisadoras acadêmicxs ou de notórios saberes com pertencimento étnico, racial e/ou territorial  referente ao que foi escrito e inscrito sobre as terras tradicionais ocupadas que ocupam na atualidade ou ainda de famílias e sujeitos dessas deslocados para a cidade, auxilia-os assim na melhor condução da gestão de seus territórios e nas suas lutas da construção de um território de direitos e plural a partir do melhor entendimento dos processos de territorialização que atravessaram e resistiram por meio de suas etnogênesis, para além da visão de extermínio, reivindicam suas identidades e antigas terras apropriadas por grupos dominantes ao longo do Tempo-Espaço. Um caminho da volta que abre os olhos de muitas identidades étnico-raciais imersas em que pese a força das memórias ribeirinhas. Não obstante o Tempo-espaço da Tradição oral não é linear e segue ambivalente nessa relação com o Estado. Nesse sentido anseia-se a construção de um 'novo' Tempo para as universidades , mas com as caras e intervenções diretas e democráticas dos e das intelectuais advind@s de contextos dos povos da Amazônia e do campo negro ( Grifo da direção geral, Alanna Souto Cardoso).

PESQUISADORXS COLABORADORXS E/OU DE NOTÓRIOS SABERES

Pesquisador de notório saber/ articulador

"Meu nome é Carlos Augusto Silva Amaral o ZUCA DOS ARUÃNS.´

Sou filho de Raimundo Miranda do Amaral e Maria do Carmo Gomes da Silva sou neto de índio ARUÃ nascido em soure , sou CERAMISTA e pesquisador pai de 3 filhos casado . Estou somente até 5 série formação mesmo da vida faço RESGATE DA cultura indígena estou escrevendo um livro que trata do assunto ancestral e ultimamente estou morando nos campos do Marajó e aqui estou construindo una base de uma aldeamento e aqui mesmo fabrico a cerâmica antiga marajoara e aruã com argila do solo de onde morro" .

Página do facebook : https://www.facebook.com/mbarayo.ceramica/photos


PESQUISADORA COLABORADORA / ARTICULADORA


Adriana Maria Gomes de Lima, 49 anos, solteira, preta, mãe de Ana Beatriz Gomes de Lima Barbosa de 24 anos, avó e cuidadora de José Benjamim Gomes de Lima Barbosa, 5 anos. Nascida em Belém do Pará e residente na Ilha de Cotijuba desde 1991.

Técnica em Meio ambiente pela Fundação Escola Bosque do Outeiro, conhecimentos em inglês, básico do Office, gestão administrativa.

Sócia fundadora e associada ao MMIB - Movimento de Mulheres das Ilhas de Belém - mmibcotijuba.wixsite.com//mmibcotijuba- desde 1998, fazendo parte da atual coordenação.

Micro Empreendedora Individual - MEI na área de prestação de serviços em hotelaria na Pousada Quarto Crescente Cotijuba - @pquartocrescente, empreendimento familiar, desde 2000.

Participo enquanto pesquisadora/ parceira do IPPCS ( Instituto de Pesquisa Projeto Cartografando Saberes) dos projetos ligados aos povos das ilhas da Região metropolitana de Belém/ PA, Amazônia. Atuando nesse primeiro momento por meio do projeto 2 Uma Cartografia (Etno)Histórica da resistência e emancipatória dos espaços afros e Indígenas: Da antiga Belém Mairi aos povos da Amazônia. Cadastrado na plataforma do Instituto Cartografando Saberes na linha de frente 1 ( https://www.instituto-cartografando-saberes.com/linhas-de-acoes-cientificas-e-sociais/ )  sob autoria e direçao da profa. Dra. Alanna Souto Cardoso.

Pesquisadora de notório saber.

Condutora de turismo de base comunitária da Ilha de Cotijuba

Rubenita Justiniana da Silva, solteira, paraense, preta, nascida em Ourém-Pará, 56 anos.

Sou sócia do MMIB, trabalho com a comunidade (pedra branca, poção, fazendinha) tenho um ponto de cultura anexo a minha casa ponto de cultura (canto autoral) aonde nós desenvolvemos oficinas de danças e música popular, construção de instrumentos percusivos e pintura em madeira reciclável. Faço parte do fórum do Ecomuseu da Amazônia e ABREMC.

Sou sobrevivente do massacre de Eldorado dos Carajás, compositora de música carimbó, trabalho também com hospedagem familiar.


PESQUISADOR COLABORADOR / ARTICULADOR

Meu nome é Batista Moraes dos Santos, solteiro, preto e ribeirinho. Nasci na Ilha de Paquetá - PA, onde vivo e trabalho. Sou professor da rede pública estadual do Estado do Pará, no município de Belém na EEEFM PROFA Marta da Conceição na Ilha de Cotijuba onde trabalho com alunos da Educação Especial e inclusiva. Tenho formação em Letras (UFPA) e Pedagogia (FACIBRA) com especialização em Educação Especial, Psicopedagoga Institucional e em Ensino de Matemática para os Anos Iniciais em Escolas Ribeirinhas, e mestrado em Educação Matemática. Sou sócio do MMIB - Movimento de Mulheres das Ilhas de Belém desdes 2004 e atuo na educação ribeirinha desde 1997. Ao longo desse período atuei como professor nós município de Abaetetuba, Moju, Acará e Belém sempre em contexto ribeirinho.

PESQUISADOR COLABORADOR/ ARTICULADOR

" Sou Cacique Josenildo Munduruku, Josenildo dos Santos da Cruz, da aldeia do açaizal. Licenciado em educação no campo/ IFPA.  Professor do município de Santarém. Mestrando em Ciências da religião.  Vinculado nessa associação pública de pesquisadoras dos povos da Amazônia e do campo negro a convite da direção geral do IPPCS, profa. Dra. Alanna Souto Cardoso a compor o conselho dos povos indígenas do Baixo Tapajós e atuar enquanto pesquisador articulador do projeto 2 da linha de frente 1 do IPPCS intitulado uma Cartografia (Etno)Histórica da resistência e emancipatória dos espaços afros e Indígenas: Da antiga Belém Mairi aos povos da Amazônia. O projeto está relacionado a um eixo de investigação central dessa linha cujo tema é o seguinte: Por uma cartografia histórica da resistência dos povos indígenas e comunidades tradicionais da Amazônia: Patrimônio cultural e formações educacionais comunitárias, cadastrado na plataforma do Instituto de Pesquisa Projeto Cartografando Saberes na linha de frente 1 vinculado ao grupo de Pesquisa CARTOGRAFIA DAS CARTOGRAFIAS DOS POVOS DA AMAZÔNIA: HISTÓRIA ORAL, TERRITÓRIOS TRADICIONAIS E OS MAPAS DAS "(R)EXISTÊNCIAS". (IPPCS/NAEA-UFPA) sob coordenação e autoria dessa professora, atual coordenadora geral desta associação" , além de outras ações de pesquisa no campo de produção desse grupo de pesquisa e do IPPCS concernente a produção acadêmica indígena referente as linhas de frente Ciências e saberes indígenas , mapas das resistências e outras narrativas dos povos indígenas  e , também, atuando nas investigações da linha de frente História da Ciência e Saberes tradicionais: Práticas territoriais de saberes, propriedades intelectuais e outros mapas (bio)medicinais da mãe Pindorama Amazônica e do Atlântico negro em Abya Yala".




Pesquisadora colaboradora/ articuladora 

Marcilene Soares, quilombola da comunidade Santa Terezinha no município de Irituia.  Tem formação em pedagogia pela Universidade do Estado do Pará .   Filiada a associação dos moradores e Agricultores de Comunidades Quilombolas Santa Terezinha km 23 (AMACOMQUISTA). E vai atuar enquanto pesquisadora colaboradora do primeiro projeto ligado a linha de frente 1 ( A nova Cartografia histórica, terras tradicionais ocupadas e a memória oral coletiva) e linha 10 ( Mapas dos povos tradicionais e vozes da periferia para a Educação...) , bem como a conformação dessas linhas no Grupo de pesquisa Cartografia das cartografias dos povos da Amazônia: História oral, territórios tradicionais e os mapas das "(r)existências". (IPPCS/NAEA-UFPA), coordenação do GP da profa. Dra Alanna Souto.

Pesquisadora colaboradora/ articuladora 

Edenilza Borges Siqueira tem 46 anos. Formada em pedagogia com pós em neuropsicopedagogia. Primeira Coordenadora do fórum permanente de Entidades Negras de Ananindeua.

Primeira Coordenadora da coordenadoria Municipal de Igualdade Racial de Ananindeua

Primeira presidente do Conselho municipal de Igualdade Racial de Ananindeua. 

Atualmente está coordenadora do GT de educação para as relações étnicos raciais pela secretaria Municipal de Educação de Ananindeua.

Militante do movimento negro pelo Mocambo - Associação afrobrasileira do estado do Pará. Atualmente ocupa o cargo de tesoureira da associação.

Presidente do Instituto afro cultural da Amazônia.

Mãe do Abhay Charan 18 anos e Ananda Kalindi 12 anos.

Atua enquanto pesquisadora/ parceira do IPPCS ( Instituto de Pesquisa Projeto Cartografando Saberes) dos projetos ligados aos povos das ilhas da Região metropolitana de Belém/ PA, Amazônia. Atuando nesse primeiro momento por meio do projeto 2 Uma Cartografia (Etno)Histórica da resistência e emancipatória dos espaços afros e Indígenas: Da antiga Belém Mairi aos povos da Amazônia. Cadastrado na plataforma do Instituto Cartografando Saberes na linha de frente 1 ( https://www.instituto-cartografando-saberes.com/linhas-de-acoes-cientificas-e-sociais/ ) sob autoria e direçao da profa. Dra. Alanna Souto Cardoso.

AUXILIAR DE PESQUISA / COLABORADOR / ARTICULADOR 

29 anos solteiro, preto nascido na ilha de Cotijuba. Belém Pará. E residindo em Ananindeua. Pai de Kallyandra Cosma Moreira Borges. Filho de Edson Borges Siqueira e Terezinha de Jesus Oliveira Reis.

Atualmente sou estudante do ensino médio. Sou militante do Movimento afrodescendente do Pará (Mocambo) núcleo Ananindeua onde sou consultor cívico. Faço parte do Fórum permanente de entidades negras de Ananindeua. E sou conselheiro municipal de promoção de políticas de igualdade racial .

Auxiliar de pesquisa do projeto ligados aos povos das ilhas da Região metropolitana de Belém/ PA, Amazônia. Atuando nesse primeiro momento por meio do projeto 2 Uma Cartografia (Etno)Histórica da resistência e emancipatória dos espaços afros e Indígenas: Da antiga Belém Mairi aos povos da Amazônia. Cadastrado na plataforma do Instituto Cartografando Saberes na linha de frente 1 ( https://www.instituto-cartografando-saberes.com/linhas-de-acoes-cientificas-e-sociais/ ) sob autoria e direção da profa. Dra. Alanna Souto Cardoso.


Pesquisadora colaboradora/ articuladora 


Isabela dos Anjos Moraes, 33 anos, nativa da ilha de Mosqueiro.

Agente de Combate à Endemias da SESMA- Secretaria Municipal de Saúde de Belém (desde 2011). Atualmente sou palestrante na área de Educação em Saúde e Educação Ambiental dentro do Distrito de Mosqueiro.

Artesã Pirografista amadora (desde 2016). Faço decoração em madeira com a utilização da técnica de pirografia, que consistente em desenhar na madeira com fogo ou metal aquecido.

Atualmente estou trabalhando a utilização de tintas, especificamente o guache e aquarela (de modo a empregar detalhes coloridos às peças sem perder a textura da madeira), como uma técnica complementar à Pirografia. E no IPPCS atuará nesse primeiro momento na participação do projeto Da antiga Belém Mairi aos povos da Amazônia - Patrimônio Cultural e formações educacionais comunitárias , cadastrado na linha de frente 1 A nova Cartografia histórica, terras tradicionalmente ocupadas e a memória oral coletiva, vinculado ao GP A nova Cartografia histórica, terras tradicionalmente ocupadas e a memória oral coletiva, coordenado pela profa. Dra. Alanna Souto.



Pesquisadora colaboradora/ articuladora


Ingrid Natalia Godinho Cardoso - Bacharel em serviço social e experiente em recursos humanos, além de estudiosa e profissional do turismo comunitária no rio Amazonas e Tapajós.  Tem atuação no campo da educação ambiental. Gestão de Projetos sociais e ambientais comunitários ;  Auxiliar administrativo e liderança de ecoturismo , articuladora de comunidades ribeirinhas do Oeste do Pará. 

No IPPCS atuará nesse primeiro momento na participação do projeto Da antiga Belém Mairi aos povos da Amazônia - Patrimônio Cultural e formações educacionais comunitárias , cadastrado na linha de frente 1 A nova Cartografia histórica, terras tradicionalmente ocupadas e a memória oral coletiva, vinculado ao GP A nova Cartografia histórica, terras tradicionalmente ocupadas e a memória oral coletiva, coordenado pela profa. Dra. Alanna Souto.



Pesquisadora colaboradora/ articuladora


" Sou Reginalva Godinho, Graduada em Pedagogia.  Pós-graduada em Pós-Graduação em Gestão e Orientação Escolar. Universidade Única. Pós-Graduação em Psicopedagogia. Pós-Graduação em Educação Ambiental- Radiante- MG . Residente domiciliada na comunidade de Anã rio arapiuns, cooperada do grupo MUSA - MULHERES SONHADORAS EM AÇÃO. "

No IPPCS atuará nesse primeiro momento na participação do projeto Da antiga Belém Mairi aos povos da Amazônia - Patrimônio Cultural e formações educacionais comunitárias , cadastrado na linha de frente 1 A nova Cartografia histórica, terras tradicionalmente ocupadas e a memória oral coletiva, vinculado ao GP A nova Cartografia histórica, terras tradicionalmente ocupadas e a memória oral coletiva, coordenado pela profa. Dra. Alanna Souto. 


Pesquisador colaborador/ articulador


Douglas Sena dos Santos é quilombola da comunidade Quilombola Arapucu- Óbidos Pará. Licenciado em História. Mestre de Cultura (Reconhecido pelo Ministério da Cultura, através do Prêmio Culturas Populares Edição "SELMA DO COCO).

 Mestre de Cultura (Reconhecido pela Secretaria de Estado de Cultura do Pará, através do Prêmio Preamar de Cultura Popular).

 Capitão Folião da Folia de São Tomé (Comunidade Quilombola Arapucu).

Coordenação Estadual Quilombola da Malungu - Regional do Baixo Amazonas.

 Agente da Pastoral Social da Diocese de Óbidos.

Discente do Curso de Aperfeiçoamento em História: saberes e fazeres de Matriz Africana e Indígena nas Interamazônias (Universidade Federal do Amapá).

No IPPCS atuará nesse primeiro momento na participação do projeto Da antiga Belém Mairi aos povos da Amazônia - Patrimônio Cultural e formações educacionais comunitárias , cadastrado na linha de frente 1 A nova Cartografia histórica, terras tradicionalmente ocupadas e a memória oral coletiva, vinculado ao GP A nova Cartografia histórica, terras tradicionalmente ocupadas e a memória oral coletiva, coordenado pela profa. Dra. Alanna Souto.