Entrega de Artigo


Prezad@s, considerando que cerca de 97% dos textos autorais já foram encaminhados, ficando pendente apenas a entrega das finalizações de 5 textos , respectivamente 2 textos da sessão mulheres indígenas ; 1 texto da sessão mulheres pretas e questões afro-religiosas e 2 textos da sessão descolonizando a mestiçagem .

Sendo assim nós da Organização da primeira coletânea do Selo Nossas Vozes viemos por meio deste comunicado lembrá-las do compromisso de encaminhar os textos pendentes até o dia  28 de fevereiro de 2023 com o tempo suficiente para depurar os processos que estamos em captação e para as devidas oficializações da composição da curadoria da obra e do evento de lançamento. Pés no chão , espinha ereta e coração tranquilo.

Já a sessão Mães do Axé estão todas encaminhadas com seus devidos transcritores (as) sob orientação da profa. dra. Selma Brito.  Para essa sessão o prazo de entrega das narrativas orais transcritas é para o dia 22 de fevereiro á coordenação geral da curadoria do projeto , profa. dra. Alanna Souto Cardoso para os emails : cartografandosaberesxxi@gmail.com  e alannasc81@gmail.com . 

Na certeza de contar com seus cumprimentos, ficamos no aguardo de seus textos/ ensaios.
Saudações feministas comunitárias de contextos específicos.
Á coordenação geral.

Veja o documento com as sessões e as normas de publicação para download.

Sessões:

1-Mulheres pretas e questões afros religiosas: Ensaios que trazem as mulheres negras e feministas comunitárias que fazem diálogos com a afroreligiosidade em seus diversos trabalhos de produção acadêmica comunitária e das periferias, seja, na literatura, seja por meio da educação popular em seus múltiplos fronts, na periferia e nos coletivos que dirigem e participam.

2-Mulheres Quilombolas: Aqui as mulheres negras quilombolas são as protagonistas através das pesquisas realizadas por essas outras mulheres amazônidas em que sua histórias se entrelaçam com suas produções acadêmicas.

3-Mulheres Indígenas: nesta sessão as mulheres indígenas tomam conta do cenário, com sua militância, sua luta por direitos, seu conhecimento tradicional e na viabilidade de uma outra cartografia histórica das mulheres cabanas.

4-Mulheres caboclas ribeirinhas/ Sessão descolonizando mestiçagem : aqui abre-se espaço às mulheres caboclas ribeirinhas que vieram de um contexto das vidas ribeirinhas ou descendentes dessas vidas ditas caboclas, nas cidades da Baixada, mas que guardam em suas memórias e nas suas interfaces culturais identitárias e fenotípicas marcadas por etnicidades fragmentadas dos seus antecipados indígenas ou ainda afroindígenas. Sendo assim, percebemos a mestiçagem a partir de novos contornos políticos, em que pese a crítica ao essencialismo em querer enquadrar a população mestiça do presente como sendo aquelas categorias do passado, que serviram de forma violenta ao processo do embranquecimento forçado pelo Estado colonial. Afinal, na atualidade o colonialismo incide, sobretudo, aos não brancos, não incide apenas na exclusão dos indígenas ou da população negra. Padecendo ainda as mulheres desses contextos no que diz respeito as suas (re)existências.

5-Narrativas e práticas de saberes tradicionais de mulheres/ Sessão mães do Axé : Agora é a vez das histórias dessas mulheres contadas em primeira pessoa, as mulheres e seus conhecimentos contados por elas e assinados por elas.